Mongólia – Ulan Bator

Para ver o post do dia anterior clique aqui  (Mongólia – Parte III – Terceiro dia do passeio pelo interior).
Poucas fotos  em razão de ter perdido o arquivo onde foram salvas. Bem, vamos lá!
Ulan Bator (em Inglês) ou Ulaanbaator (em mongol), é a capital da Mongólia, com pouco mais da metade da população do país, que possui três milhões de habitantes.
É uma cidade moderna, com uma razoável estrutura hoteleira, de restaurantes e shopping centers. Por outro lado, conta com monumentos e edifícios históricos significativos.
Localizada no centro-norte da Mongólia, a cidade encontra-se em um vale do Rio Tuul. É o principal centro econômico, corporativo e cultural do país. Ulan Bator é, ainda, o centro da rede de estradas da Mongólia, sendo servida por um transporte ferroviário extenso, entre os quais a Transiberiana, que a interliga ao sistema ferroviário da Rússia e da China. A cidade é servida também pelo Aeroporto Internacional Chinggis Khaan.
A cidade foi fundada em 1639 inicialmente como um centro monástico budista móvel (nômade). Em 1778, ela estabeleceu-se definitivamente na sua atual localização. No século XX, cresceu e tornou-se um importante centro de produção, passando a ser a capital a partir de 1911.
Dentre os mosteiros antigos mais notáveis estão o Choijin Lama, um mosteiro budista que foi concluído em 1908. Ele escapou da destruição de mosteiros ocorrida na Mongólia, quando foi transformado em museu em 1942.
São poucos que escaparam da destruição resultante dos ataques a mosteiros mongóis, promovido pelo líder comunista Khorloogiin Choibalsan.
Ulan Bator tem vários museus dedicados à história e cultura mongol. O Museu de História Natural dispõe de muitos fósseis de dinossauros e meteoritos encontrados na Mongólia. O Museu Nacional da Mongólia inclui exposições desde os tempos pré-históricos, através do Império Mongol até os dias atuais. O Museu de Artes de Zanabazar contém uma grande coleção de arte da Mongólia, incluindo obras do século XVII, do escultor e líder espiritual Zanabazar, assim como a pintura mais famosa da Mongólia, One Day, de autoria de B. Sharav.
A cidade possui vários restaurantes, principalmente de culinária mongol, chinesa, coreana e japonesa. Dentre os restaurantes que fomos, gostamos mais, pela ordem, do Monet e do Veranda.
No Monet, saboreamos um maravilhoso rack de carneiro grelhado, acompanhado de purê de raiz de beterraba e vegetais cozidos no vapor.
Os restaurantes do Blue Sky Tower, onde ficamos hospedados, também são bons. Gostamos bastante do Le Seoul (coreano) e do Zen (japonês).
Uma característica dos restaurantes orientais é que os pratos são acompanhados sempre por chá verde, do início ao final do menu.

Fomos a um show no Tumen Ekh e assistimos, por uma hora, músicos, cantores, dançarinos e contorcionistas típicos da Mongólia. Valeu muito a pena.

Fiz um tour a pé pelo centro comercial e museus, acompanhada por uma universitária de 18 anos, super simpática, apresentada pela dona da empresa Dream Mongolia. Nesse dia tive a oportunidade de saber o funcionamento do sistema de ensino do pais e almoçar num restaurante típico, onde os nativos almoçam. Não anotei o nome do restaurante. Nesse  restaurante é impossível pedir qualquer prato sem ajuda de alguém de lá. O cardápio é todo em mongol e os atendentes não falam outra língua. Eu era a estranha do lugar.

Bem,  valeu a pena conhecer um pouco do interior e da capital. É sempre bom conhecer novas culturas e povos.
Referências e links úteis:
Restaurante Monet – Central Tower, 17th floor, Sukhbaatar Square. Ulaanbaatar, Mongólia.
Restaurante Veranda – Jamyn Gunii Gudamj 5/1 Ulaanbaatar, Mongólia. (+976) 011 330 818.
Blue Sky Tower Hotel – Peace Avenue 17, Sukhbaatar District, 1 khoroo, Ulaanbaatar 14240,Mongolia. (+976) 7010 0505. https://hotelbluesky.mn/
Museu Nacional de História – Endereço: Juulchin Street-1, P.O. Box 332, Ulaanbaatar 210146, Mongólia. +976-70110911
Choijin Lam Temple Museum – Centro da cidade – ao lado do Restaurante Veranda –Ulaanbaatar.

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